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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CROMOTERAPIA




CROMOTERAPIA
Fonte:
todaoferta.uol.com.br

A Cromoterapia é uma ciência que usa a cor para estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções. As cores tem a propriedade de atuar nos seres diminuindo ou aumentando as vibrações, restaurando o equilíbrio. Sendo uma vibração pura, a cor pode corrigir o problema e devolver a saúde ao corpo, quando utilizada no lugar e na tonalidade certa. Atualmente, Centros de Terapias Intensivas, Clínicas, Hospitais e Escritórios têm investido nas cores como forma de estabelecer vitalidade e energia positiva ao ambiente e seus pares. Vem sendo utilizada pelo homem desde as antigas civilizações, como no Egito antigo, nos templos de luz e cor de Heliópolis, como também na Índia, na Grécia, na China, onde suas aplicações terapêuticas foram comprovadas através da experimentação constante e verificação de resultados.
A Cromoterapia é baseada nas sete cores do espectro solar e cada cor tem uma vibração específica, atuando desde o nível físico até os mais sutis. Querer catalogar, classificar as cores, é limitar o poder da luz. Cada cor tem uma infinidade de aplicações, pois elas são utilizadas conjugadas a outras energias que estão além dos sentidos, em outras dimensões.
A palavra “cromoterapia” vem do grego “kromos”, cor e “terapheia”, tratamento. A Cromoterapia, através de suas cores energéticas, reestabiliza o equilíbrio do organismo, obtendo-se, portanto, a cura. No tratamento Cromoterápico, podemos utilizar várias técnicas como fonte de cura ou harmonização, como a luz do espectro solar, a luz de lâmpadas coloridas, uma alimentação natural, a mentalização das cores e ainda contato com a natureza. As técnicas descritas podem ser utilizadas no tratamento das moléstias. A Cromoterapia consta da relação das principais Terapias Alternativas ou Complementares reconhecidas pela OMS em 1976, de acordo com a Conferência Internacional de Atendimentos Primários em Saúde de 1962, em Alma-Ata. Essa relação foi ratificada pela OMS em 1983, através do Diretor Geral do “World Health Organization - OMS”, Dr. Halfdan Mahler, e pelo Diretor do Programa de Medicinas Tradicionais da OMS, Dr. Robert Bannerman.
As células são compostas por átomos, e também é matéria com energia e reagem às cores mediante a descarga de hormônios. O nosso corpo é igualmente composto de átomos e células, e, ao utilizar as cores, estas iluminam os elétrons que absorvem a energia luminosa, ocorrendo alteração da matéria. A partir do momento em que os elétrons da luz colorida são absorvidos, a doença é expulsa. A luz solar corre por nossas veias e nervos, proporcionando o bom funcionamento do nosso corpo.
Um corpo não saudável emite vibrações desequilibradas e a cor, através da luz e do ambiente, às vezes na alimentação, atua por meio do sistema nervoso, estimulando a produção de hormônios que controlam o equilíbrio químico e energético do corpo. É uma terapia alternativa que promove um grande bem-estar e, aos poucos, através de entrevistas e acompanhamento, avalia-se os desequilíbrios energéticos existentes. Para tanto, o Cromoterapeuta necessita conhecer bem a história clínica, o estilo de vida, a alimentação do cliente, se concentrar nesses detalhes para captar o estado energético e localizar devidamente o desequilíbrio da cor.
O Cromoterapeuta, em um tratamento à distância, não tem como avaliar as vértebras do cliente, nem irradiar luzes utilizando a Lâmpada de Cromoterapia como em um consultório, onde são aplicadas infinitas técnicas de uso das cores. De qualquer forma, é um tratamento que funciona muito bem com recomendação à distância, quando o terapeuta sugere uso de cores nas roupas, na dieta, na decoração da casa ou do escritório, indicação de pedras curativas para aplicação caseira, músicas terapêuticas para relaxamento, água solarizada, exercícios de visualização e relaxamento físico, que podem ser feitos em casa sem qualquer risco para a saúde. As cores utilizadas na cromoterapia são as mesmas do arco-íris (Vermelho, Laranja, Amarelo, Verde, Azul, Índigo e Violeta), acrescentando-se o Rosa que é excelente para as emoções. As propriedades terapêuticas de cada cor vão agir nos campos energéticos que chamamos de Chakras, corrigindo e reativando o campo vibratório celular.
Fonte: espacodosol.com
A Cromoterapia é natural, holística, não invasiva, não tem nenhum efeito colateral, e é segura, sendo usada em seres viventes. Os animais respondem muito bem à Cromoterapia, e muitas vezes adormecem durante uma sessão de tratamento. Os animais são muito sensíveis às energias das cores. Muitos animais não vêm a cor como vemos, mas isto não significa que eles não sejam afetados pelas energias das cores. Os seres humanos, já foram muito sensíveis à energia das cores, com o advento da vida moderna, inclusive a luz artificial, os humanos ficaram menos sensíveis a essas vibrações de energia. Contudo, os animais ainda conservam esta sensibilidade e as influências de vibrações diferentes da luz ainda afetam todas as coisas vivas em muitos níveis.
Podemos utilizar a cromoterapia nos animais de diferentes maneiras, como por exemplo, a utilização das cores nos alimentos, que usa a própria cor dos alimentos para reequilibrar os Chakras em desequilíbrio. A utilização das cores em líquidos cromatizados e elixires, que consiste em utilizar a energia da luz do sol ou dos cristais, passando-a para os líquidos através de filtros coloridos e pedras e fazendo uso dela através de sua ingestão. A utilização de fluidos coloridos, à base de ervas e essências aromáticas, usadas isoladamente ou não, de modo a propiciar a combinação mais adequada para cada caso. Utilização de radiação através de lâmpadas, lanternas ou outras fontes luminosas. Entre as diversas utilizações da Cromoterapia, a mais conveniente é a aplicação de um foco luminoso diretamente sobre o corpo, em um aposento escuro. A luz deve partir de uma lâmpada colorida, colocada num suporte, e irradiar-se por todo o corpo. A aplicação do foco de luz pode ser acompanhada de outras formas terapêuticas, como a musicoterapia, aromaterapia, e massagens.
Muitas civilizações já utilizaram das cores como tratamento de saúde, tais como a egípcia, a grega, indiana a chinesa dentre outras. Na China e na Índia a cor se relacionava mais com a Mitologia e a Astrologia. Na Grécia muitos filósofos médicos foram absorver o conhecimento da ciência na fonte egípcia com os sacerdotes médicos. A Cromoterapia está intimamente ligada ao antigo Egito, assim mesmo como a própria medicina. A ligação do Egito com a ciência médica data de 2800 a.C com o pensador Imhotep, que também é considerado o Pai Universal da Medicina. Séculos mais tarde Hipócrates (460-377 a.C) médico grego, esteve no Egito estudando medicina com os sacerdotes médicos. Quando retornou a sua cidade natal fundou a primeira Escola Médica da Grécia.

 O tratamento médico utilizando as cores também se iniciou no Egito, conforme pesquisas do Dr. Paul Galioughi, autor do livro “La Medicine des Pharaons”, onde relata como os sacerdotes médicos tratavam seus doentes com as cores, utilizando também de flores e pedras. Então podemos dizer que a Cromoterapia nasceu no antigo Egito, ficou adormecida por milênios e está ressurgindo com a medicina energética, assim como a Homeopatia e a Acupuntura. Vários foram os pesquisadores da terapêutica com o uso das cores, dentre eles John Ott médico e diretor do Instituto Sarasota – USA, ele pesquisou o efeito das cores sobre os tumores cancerosos. Dinshah Ghadiali médico indiano, estruturou a Cromoterapia em bases cientificas. Niels Finsen médico dinamarquês fundou o Instituto da Luz para a cura de pacientes com tuberculose. Realizou curas surpreendentes em cerca de 2.000 pacientes com a aplicação da Cromoterapia em bases cientificas, e em 1903 recebeu o Prêmio Nobel. René Nunes era jornalista, conferencista e professor, é brasileiro e faleceu em 1995. Dedicou-se a pesquisa e aplicação da Cromoterapia em 10.000 pacientes, obtendo um alto índice de recuperação. Foi um grande divulgador da Cromoterapia como ciência no Brasil e no exterior.


PRINCIPAIS SIGNIFICADOS PARA AS CORES


Algumas evidências científicas sugerem que a luz de diversas cores, que entra pelos olhos, pode afetar diretamente o centro das emoções. Cada um de nós responde à cor de uma forma particular. As pessoas tendem também a ser atraídas por certas cores, em virtude de alguns fatores determinantes. Sua escolha pode estar baseada em seu tipo de personalidade, nas condições circunstanciais de sua vida ou em seus desejos e processos mentais mais íntimos, profundos e até inconscientes. As pessoas não escolhem necessariamente uma cor porque ela é boa para si própria, mas porque gostam da cor, mesmo que esta possa ser contrária às suas necessidades. Existem muitos testes psicológicos, que foram desenvolvidos para nos ajudar a conhecer mais sobre nós próprios, por meio do poder da cor. A atração forte de uma pessoa pelo vermelho indica o tipo de personalidade afirmativo e extrovertido, de alguém que tem vontade firme, enquanto a aversão a essa cor sugere um indivíduo tímido e provavelmente isolado da sociedade. As cores têm influências em nossos componentes físico, mental e emocional. 
Fonte:
http://www.gutukao.com.br/banhoetosa/
banho-inovador-cromoterapia


O vermelho possui alguns aspectos favoráveis, sugere motivação, atividade e vontade. Ele atrai vida nova e pontos de partida inéditos. O vermelho está associado ao calor e à excitação, com a iniciativa e a disposição para agir, com o espírito de pioneirismo que nos eleva. Persistência, força física, estímulo e poder são seus traços típicos. Afetuosidade e perdão são duas belas qualidades dessa cor, assim como a prosperidade e a gratidão. Amor físico e paixão carnal são sinônimos do vermelho.

Os aspectos desfavoráveis são a indecência e grosseria, falta de polidez e certa obstinação pode começar a aparecer. Crueldade física, brutalidade e perigo tornam-se mais evidentes. A intensidade e força intrínsecas do vermelho podem transformar-se em raiva e fúria belicosa, ou se expressa sob a forma de brutalidade, crueldade, rancor ou revolta.

O vermelho é uma cor quente, com natureza extrovertida. Essa cor estimula a vitalidade e energia em todo o organismo vivo e, quando houver indolência, estimula a atividade. O vermelho faz a adrenalina circular, ajuda a circulação sangüínea dentro do corpo e promove a produção de hemoglobina para os glóbulos vermelhos novos. Essa cor aumenta a pressão sanguínea, promove o aquecimento do corpo e estimula o sistema nervoso, motivo pelo qual pode ser usada com tanta eficácia para tratar de vários tipos de dormência e paralisia. Anemia, resfriados e pneumonia são outras doenças que podem ser melhoradas pelo vermelho.

O vermelho traz vigor às funções físicas e atenua a inércia, a melancolia, a tristeza, a depressão e a letargia. Essa cor transfere a energia necessária à reconstrução e à fortificação do corpo. Ela é particularmente útil para as fases de esgotamento ou baixa resistência. Atua como tônico e pode abortar os primeiros sinais de um resfriado. Nos casos de resfriado, um método prático de introduzir a energia do vermelho é usando meias ou luvas vermelhas e uma camiseta ou cachecol da mesma cor. O vermelho não é recomendável para o tratamento de febres, hipertensão, ou quaisquer condições inflamatórias, como inchações, feridas abertas, queimaduras ou contusões.
Fonte: http://www.gutukao.com.br/banhoetosa/
banho-inovador-cromoterapia

A cor laranja possui aspectos favoráveis assim como o vermelho, a cor laranja é expansiva e afirmativa, contudo é mais construtiva. O laranja reflete entusiasmo com vivacidade impulsiva e natural. Essa cor traz as "bênçãos da vida", boa saúde, vitalidade, criatividade e alegria, assim como confiança, coragem, animação, espontaneidade e atitude positiva frente à vida. Comunicação, movimento e iniciativa geralmente são elementos dessa cor, cujo atributo mais elevado é a atitude celeste. Os aspectos desfavoráveis são o efeito colateral da cor laranja que pode incluir uma atitude autoritária ou esmagadora. Isso pode ser expresso como ostentação ou traço exibicionista.

As vibrações negativas do laranja estão associadas com descontentamento, melancolia e tristeza e, suas formas extremas são refletidas por perda da vitalidade, abatimento e destrutividade. A energia dessa cor tem algumas semelhanças básicas com o vermelho e o amarelo, estimulando o sangue e os processos circulatórios e influenciando as funções mentais e os sistemas respiratório e nervoso. O laranja energiza o corpo e ajuda nos processos de assimilação e distribuição.

Essa é a cor do cálcio e é recomendável para gestantes e mães que desejam aumentar a produção de leite para a amamentação. Cabelos, unhas, ossos e dentes saudáveis são produzidos por essa cor. O laranja pode ser usado no tratamento dos distúrbios do baço e dos rins. Por exemplo, essa cor poderia ser introduzida em nosso sistema, usando-a em qualquer parte do copo da metade para baixo com calças e roupas íntimas.

O laranja afeta as funções fisiológicas do estômago, pâncreas, bexiga e pulmões e trata úlceras e cálculos biliares. É particularmente eficaz para eliminar flatos e gazes do corpo, trazendo equilíbrio aos indivíduos que sofrem de cólicas intestinais e cólon preguiçoso. A constipação também pode ser tratada com sucesso pela cor laranja. Essa cor estimula batimentos cardíacos mais fortes e é útil para o fígado. Portanto, essa é uma cor adequada para o tratamento dos alcoólicos. Em virtude do seu efeito sobre o sistema respiratório, o laranja também é muito útil no tratamento da bronquite, promovendo respirações rítmicas e profundas. Algumas das tonalidades mais suaves dessa cor podem ser usadas no tratamento da artrite e do reumatismo. O laranja não é adequado para pessoas facilmente irritáveis ou estressadas.
Fonte: campolargo.olx.com.br

O amarelo é a cor mais clara e a que mais se assemelha ao Sol. Essa cor traz consigo a esperança e o sentimento de que tudo correrá bem. Ela tem uma atmosfera de resplendor, brilho, jovialidade e alegria. O amarelo é compreensivo e inspirador ele refulge e ilumina e, em sua vibração mais positiva, essa cor corresponde ao conhecimento e à sabedoria. Razão e lógica são seus atributos e deles se irradiam discriminação intelectual, discernimento e capacidade de decisão.

Alguns aspectos desfavoráveis são a vibração negativa do amarelo pode ser extremamente destrutiva. Ela envolve decepção, afastamento, comportamento controlador, discrição, maldade, comportamento vingativo e bajulação. Essa cor pode levar a uma negatividade extrema associada com depressão mental e pessimismo profundo.

O amarelo age reforçando o sistema nervoso e os músculos, inclusive o coração, facilitando a circulação. Essa cor ajuda a estimular várias funções corporais, tais como as ações do fígado, da vesícula biliar e o fluxo de bile. O amarelo promove a secreção dos sucos gástricos e alivia a constipação e indigestão, estimulando o trânsito intestinal normal. Essa é uma cor excelente para o tratamento dos distúrbios inflamatórios das articulações e tecidos conjuntivos e pode aliviar a artrite, o reumatismo e a gota. Sente-se regularmente por algum tempo sob a luz do Sol e impregne-se dos raios amarelos dourados radiante, sempre que isso for possível.

O amarelo tem a capacidade de dissolver depósitos de cálcio dentro no organismo e, dessa forma, é eficaz para atenuar a rigidez e as dores articulares experimentadas durante o movimento. Essa cor também é purgativa e trabalha excepcionalmente bem, estimulando os rins e o fígado, além de dissolver as secreções mucosas do corpo. O amarelo pode limpar a corrente sangüínea e ativar o sistema linfático. Ajuda os pacientes diabéticos a reduzir a dose diária da insulina pancreática. Iodo, fósforo, ouro e enxofre contêm essa energia do amarelo. Embora o amarelo seja uma cor que estimule o cérebro e as faculdades mentais, não é recomendável para qualquer pessoa que tenha doenças mentais ou neuroses graves.
 Fonte: solostocks.com.br

O verde possui alguns aspectos favoráveis como a energia que reflete participação, adaptabilidade, generosidade e cooperação. Essa cor atenua as emoções, facilita o raciocínio correto e amplia a consciência e compreensão. Ela é a imagem da segurança e da proteção e cria um ambiente propício para tomar decisões. Espaço, liberdade, harmonia e equilíbrio são aspectos que se originam do sentimento natural de justiça do verde. Essa cor atua como um sinal para a renovação da vida e sua vibração mais elevada reflete o espírito de evolução.

Os aspectos desfavoráveis são avareza, indiferença e insegurança sendo expressões negativas da cor verde. Raciocínio precário, cautela excessiva e suspeita estão representados na natureza negativa dessa cor e, junto com a precocidade, pode apresentar ciúmes, inveja, egoísmo e preconceito. Em seus níveis mais inferiores, o verde promove estagnação e por fim degeneração.

A cor verde é particularmente benéfica para o sistema nervoso simpático e é útil para a cura em geral, equilibrando e recuperando as células. Essa cor está relacionada com o coração e produz um efeito direto sobre as funções cardíaca e pulmonar. Ela dissolve coágulos sangüíneos e elimina a estagnação e o endurecimento das células. A cor verde ajuda na formação dos músculos, da pele e dos tecidos. Também ajuda na eliminação de substâncias tóxicas e atua como um adstringente suave.

O verde atenua a tensão e pode reduzir a pressão sangüínea. Ele produz um efeito sedativo e relaxante, embora possa causar sonolência, cansaço ou irritabilidade, se não for usado corretamente. Já que essa cor é capaz de influenciar a estrutura celular básica, pode ser usada para tratar tumores,cistos e proliferações. Ela é particularmente adequada para os problemas torácicos, como asma, bronquite crônica e angina.

Passeios frequentes nos parques da sua cidade ou em áreas rurais para "respirar ar puro" também são eficazes nesse sentido. O verde também é usado para tratar as condições inflamatórias do fígado, resfriados e dores de cabeça. Já que essa cor atua como uma força equilibrante, atenua o medo em situações traumáticas e é eficaz no tratamento do choque. A cor verde também ajuda as pessoas que sofrem de claustrofobia.
Fonte: http://www.gutukao.com.br/banhoetosa/
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O azul assinala a entrada nos domínios mais profundos do espírito e uma das suas qualidades mais sutis é a aspiração. Essa cor faz parte do espectro frio e, por sua quietude e confiança, promove a devoção e a fé. O azul é uma cor popular associada ao dever, à beleza e à habilidade. A serenidade dessa cor traz consigo paz, confiança e sentimentos curativos agradavelmente relaxantes. Sua fluidez e força serena são traços atraentes, que provocam admiração por parte das outras pessoas.

O aspecto desfavorável à natureza da cor azul é procurar e buscar sem cessar. O aspecto desfavorável comuns da cor é a vibração negativa que gera dúvida e descrença, assim como a falta de habilidade. Essa cor é fantasiosa e estimula os devaneios, a tendência ao desleixo, a fatuidade e a desconfiança. Partindo do cansaço, da indolência e da apatia, o azul pode levar a um estado de melancolia, atraindo por fim uma sensação generalizada de inércia.

O azul produz um efeito relaxante e tranquilizador. Ele é o antídoto para o vermelho e pode ser usada com sucesso para tratar condições febricitantes, freqüência de pulso acelerada e pressão sanguínea alta. Em geral, essa cor reduz o calor e a inflamação do corpo, como ocorre nos casos de queimadura solar ou internação.

O azul promove serenidade e elimina tensões, estresse e dores de cabeça, além de tratar todos os distúrbios da garganta ou das cordas vocais, tais como dores de garganta, tosses, rouquidão e laringite. Essa cor tem sido usada com sucesso para tratar distúrbios menstruais, como cólicas, dor lombar ou até mesmo sangramento excessivo. As mulheres com problemas menstruais podem usar a qualidade curativa da cor azul pouco antes, durante e depois das menstruações. Roupas de dormir, calcinhas e roupões de banho azuis, assim como roupa de uso diário da mesma cor pode ser considerada, além disso, itens domésticos, como roupas de cama e toalhas de banho, também podem ajudar a atenuar os distúrbios menstruais. Uma luz azul acesa durante a noite também pode ajudar a reduzir e aliviar a tensão e as dores menstruais.

Outros distúrbios para os quais a cor azul poderia ser útil são: enxaqueca, meningite, colite, disenteria, insônia e diarréia. Essa cor é particularmente adequada para os problemas infantis, como erupção de dentes, inflamações na garganta, amidalite, sarampo, coqueluche, catapora e soluços. Alguns problemas oculares podem ser tratados com o azul, inclusive miopia, catarata e fotofobia. O azul não é aconselhável para tratar paralisia, pressão sanguínea baixa ou resfriada. Além disso, essa cor não é recomendável para melancolia ou depressão.

O violeta é formado pela combinação do azul com o vermelho, reflete dignidade, nobreza e respeito próprio. Essa é a cor da realeza e, em sua forma mais sublime, vibra com a força da integração e da unidade. Quando sua qualidade intrínseca estiver coligada pela energia psíquica com a visão e intuição, essa cor será o agente do próprio destino. Dons artísticos, tolerância e consideração estão associados à cor violeta. Sua força tranquilizante e suavizante representa um idealismo prático imbuído de humildade.

O lado negativo da cor violeta inclui esquecimento e falta de persistência. Irreflexão, desrespeito e atitude autoritária e exigente originam-se do uso incorreto dessa energia. Ela pode degenerar-se em idealismo sem resultado prático, isolamento, corrupção e desintegração. Orgulho e arrogância também estão presentes nesse nível.

A cor violeta normaliza todas as atividades hormonais ou glandulares, já que está ligada à função da glândula hipófise, situada na base do cérebro. Essa cor tem ação eficaz na meningite cérebro-espinhal, concussões, epilepsia e quaisquer outros distúrbios nervosos ou mentais, tais como neurose obsessiva e distúrbios da personalidade. O violeta alivia nevralgias e problemas associados aos olhos, ouvidos e nariz. Essa cor é particularmente valiosa como purificador do sangue e ajuda na formação dos leucócitos (células brancas do sangue).

A cor violeta ajuda a manter o equilíbrio do sódio e potássio no corpo que, por sua vez, facilita o controle do equilíbrio hídrico e normaliza os ritmos cardíacos. Os pulmões, o fígado e os rins também podem ser tratados com sucesso com essa cor. Dor ciática e distúrbios nervosos, em geral, são melhorados pela cor violeta.

O Índigo (azul profundo) produz uma vibração constante, que não subjuga ou perturba de forma alguma. Essa cor tem uma aura de vivacidade e percepção, que confere mais clareza de expressão. Essa cor nítida e brilhante tem uma qualidade atenciosa e receptiva, que irradia bem-estar. Ela é liberal, prestativa e triunfante. O frescor do índigo oferece a oportunidade de mudança e, por fim, de transformação em seu nível mais elevado.

Algumas vezes, o índigo pode ser prejudicado por uma imaturidade, que se evidencia como confusão e incapacidade de progredir na vida. Isolamento e separação são outros atributos negativos, com sensações de vazio e falta de clareza nos níveis emocional, mental e espiritual. É formado pela combinação do azul com o verde.

Essa é uma cor refrescante, relaxante e maravilhosamente serena, que melhora qualquer condição inflamatória, como dor de cabeça, inchaços, cortes, contusões ou queimaduras. O índigo é particularmente adequado para problemas de pele, inclusive acne, eczema e psoríase. Essa cor atenua o estresse e as tensões e ajuda a eliminar os detritos tóxicos e a congestão do corpo. Atua sobre o sistema imunológico, formando uma proteção contra a invasão de bactérias e vírus perigosos. Colite, disenteria e febre são particularmente sensíveis ao índigo, que também ajuda nos processos de excreção.

Essa cor facilita a drenagem dos seios da face, trata a fadiga mental e febre do feno. Ela reabastece todo o sistema orgânico. Trata os pacientes com AIDS, principalmente nas fases iniciais da doença. Essa cor não é recomendável para as pessoas indolentes ou estagnadas.


USO ATUAL DA CROMOTERAPIA


A Cromoterapia como prática terapêutica em humanos foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde desde 1976, e é muito utilizada atualmente. Entretanto essa realidade não é a mesma para a medicina veterinária. Isso se deve ao fato de serem poucos os profissionais especializados neste tipo de terapia alternativa, e também ao baixo índice de procura por parte dos pacientes, no caso, proprietários de animais. Já a acupuntura e homeopatia são bem mais estudadas e inclusive já fazem parte dos calendários de alguns cursos de especialização. O uso da Cromoterapia ainda está engatinhando na Medicina Veterinária, quando o interesse, tanto de profissionais e pacientes, aumentar em relação a essa prática, e com isso surgirem estudos em cima disso, essa terapêutica se tornará mais frequente e consequentemente mais acessível financeiramente para ambos os lados (médico veterinário e paciente).




Referências

SOUZA, Geraldo. Terapia. Cromoterapia, 2012. Disponível em: <http://somostodosum.ig.com.br/clube/servicos.asp?id=00905>. Acesso em: 8 set. 2012, 22:15.

LIMA, Ângela Adriana de Almeida. Cromoterapia, 2008. Disponível em: <http://www.soartigos.com/artigo/1200/CROMOTERAPIA/>. Acesso em: 5 ago. 2012, 08:20

SAMPAIO, Marcia. Embasamento Científico da Cromoterapia, 2009. Disponível em: <http://www.webartigos.com/artigos/o-embasamento-cientifico-da-cromoterapia/15971/>. Acesso em: 5 ago. 2012, 08:30.

ANIMAIS, florais. Cromoterapia Para Animais, 2012. Disponível em: <http://floraiseanimais.wordpress.com/cromoterapia-para-animais/>. Acesso em: 9 set. 2012, 22:15.

RAMOS, Dheyson. Scribd. Psicologia das Cores, 2008. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/3507947/Psicologia-das-Cores>. Acesso em: 10 set. 2012, 23:10.

FOLLAIN, Martha. Cromoterapia Para Uso em Animais, 2012. Disponível em: <http://www.floraisecia.com.br/detalhe_artigo.php?id_artigo=702 2008>. Acesso em: 12 set. 2012, 15:45.

SYLVA, Maryá da Penha. As Cores e Suas Funções Específicas Para a Saúde. In: ENCONTRO PARANAENSE, CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOTERAPIAS CORPORAIS, XVI, XI, 2011. Anais. Curitiba: Centro Reichiano, 2011. [ISBN – 978-85-87691-21-7]. Disponível em: <www.centroreichiano.com.br/artigos>. Acesso em: 15 ago. 2012, 20:48.







domingo, 26 de agosto de 2012

“Sensibilidade” e “Consciência”


 A Senciência é um conceito que combina os termos “sensibilidade” e “consciência”.
Conceito chave para a compreensão do debate sobre os direitos animais. A senciência é definida como a presença de estados mentais que acompanhem as sensações físicas. Ela é um atributo fundamental para todos os animais, por estes estarem separados de sua fonte de alimentos e, portanto, só existe neles. Por isso é considerada uma característica típica e definidora dos indivíduos do reino animal.
Diz-se de organismos vivos que não apenas apresentam reações orgânicas ou físico-químicas aos processos que afetam o seu corpo (sensibilidade), mas além dessas reações, possuem um acompanhamento no sentido em que essas reações são percebidas como estados mentais positivos ou negativos. É, portanto, um indício de que existe um eu que vivencia e experimenta as sensações. É o que diferencia indivíduos vivos de meras coisas vivas. 
 A senciência é uma característica que está presente apenas em seres do reino animal. O sinal exterior mais amplamente reconhecido de senciência é a dor e, dessa forma, este conceito – ou sua idéia – tem sido usado, há tempos, como fundamento para a defesa da proteção dos animais não-humanos contra o sofrimento, ou para a atribuição de direitos morais aos mesmos. Por exemplo, Jeremy Bentham, no século XIX, já dizia que o que deveria ser considerado no debate sobre o dever de compaixão dos seres humanos perante animais não-humanos não era se estes eram dotados de razão ou linguagem, mas se eram capazes de sofrer.
No entanto, é bastante controverso, mesmo entre ativistas e estudiosos dos direitos animais, quais animais não-humanos podem ser considerados sencientes. A senciência é amplamente reconhecida em todos os animais vertebrados – portadores de sistema nervoso central -, o que inclui quase todos os animais usados comumente pelo ser humano em suas atividades. Esta definição, porém, enfatiza apenas um critério para a existência de senciência: a manifestação (a nós, perceptível) da dor.
Existem, porém, outros sinais exteriores que evidenciam que outras espécies de animais experimentam o mundo de forma individual, como a existência de órgãos sensoriais que evidenciam uma necessidade de interpretar imagens, sons ou odores captados a partir dos respectivos sentidos. Esse conceito abrange não apenas animais vertebrados, mas também animais invertebrados como insetos, moluscos e aracnídeos e, portanto, corresponde a todos os animais que são tradicionalmente usados pelo ser humano. Por esta definição, apenas esponjas seriam animais não-sencientes.
Pode-se ainda usar o conceito como uma forma de definir todos os seres do reino animal: é também provável que o conceito de senciência esteja vinculado à própria condição de ser um animal – seres que se separam de sua fonte de provimento ao nascer e precisam buscar o alimento por movimento próprio.
Desse modo, as correntes mais abrangentes do movimento pelos direitos animais defendem que, pelo princípio da senciência, se reconheça direitos morais a todas as espécies de animais sem distinção, e se conceda o benefício da dúvida àquelas espécies cujo conhecimento da sua biologia não permita uma conclusão definitiva sobre a presença de senciência.

Vale lembrar que : Abandonar animais é crime federal (Lei 9605/98). 


http://www.anda.jor.br


sexta-feira, 24 de junho de 2011

Belezas únicas ...


A iguana-marinha (Amblyrhynchus cristatus) é o único lagarto do mundo com hábitos marinhos e é uma das muitas espécies que se podem encontrar no arquipélago das Galápagos. Vive em zonas rochosas da beira-mar e são herbívoros, alimentam-se de algas que apanha na zona de rebentação mergulhando junto à costa. Pode passar até uma hora debaixo d’água. Ocasionalmente esses animais também comem gafanhotos, crustáceos ou mesmo placenta de leões-marinhos. Eles são adaptados fisiologicamente a viver nas zonas costeiras das ilhas Galápagos. Iguanas machos preferem se alimentam de algas submersas ou a maior distância da costa, enquanto que as fêmeas geralmente caçam na costa, sem longas distâncias. Iguanas jovens mergulham para caçar somente quando a maré é baixa. A maioria das iguanas alimentam somente uma vez por dia.
Galápagos forma um arquipélago na costa da América do Sul. Este arquipélago são ilhas vulcânicas e nunca foram ligadas a uma massa de terra, por isso acredita-se que as iguanas atravessaram sobre a água da América do Sul para essa ilhas há cerca de 10 a 15 milhões de anos. Um fenômeno curioso são as chamadas iguanas híbridas, nascidas do cruzamento de uma iguana-marinha macho com uma iguana-terrestre fêmea. As iguanas híbridas podem viver tanto na terra quanto no mar. Esta espécie foi um dos animais estudados por Darwin.

Esta espécie geralmente vive em colônias onde os recifes são rasos e ocorrem com uma extensa zona entre marés e uma costa rochosa. Eles são encontrados em trechos a cerca de dois a cinco metros acima do nível do mar, mas também podem subir a alturas de 80 metros. Também precisam ter acesso a áreas arenosas onde enterrarão seus ovos. Embora as Ilhas Galápagos fiquem perto da linha do equador, a água é extremamente fria, por razão das correntes oceânicas.
 Os Amblyrhynchus cristatus nem sempre são pretos; os jovens têm uma tarja de cor mais clara dorsal, e alguns exemplares adultos são cinza. A razão para o tom sombrio é que a espécie deve absorver rapidamente o calor para minimizar o período de letargia (perda temporária e completa da sensibilidade e do movimento por causa fisiológica, ainda não identificada, levando o indivíduo a um estado mórbido em que as funções vitais estão atenuadas de tal forma que parece estarem suspensas, dando ao corpo a aparência de morte) depois de sair da água. Expulsam o excesso de sal das glândulas nasais, enquanto aproveitam o sol, e o revestimento de sal pode fazer os seus rostos aparecerem branco logo após a saída destes do mar. Nos machos adultos a coloração varia com a estação. Machos adultos férteis em algumas temporadas na parte do sul são os mais coloridos e vão adquirindo um tom avermelhado e azul-petróleo somado de cores verdes, enquanto que em Santa Cruz são de cor vermelha e preta, e em Fernandina são vermelhos sem brilho e um leve esverdeado.
 
Outra diferença entre as iguanas é o tamanho, que é diferente em cada ilha que a iguana habita. As iguanas que vivem nas ilhas de Fernandina e Isabela (nomeado para os governantes famosos da Espanha) são maiores que os encontrados em qualquer lugar de Galápagos. No outro extremo, as menores iguanas são encontrados na ilha Genovesa.
Os machos adultos são de aproximadamente 1,3 m de comprimento, 0,6 m as fêmeas, os machos pesam até 1,5 kg. 
 Morfologicamente, estas iguanas têm como detalhes importantes no corpo o fato de serem escamadas e terem cristas nas costas. A cabeça deste animal tem as maiores cristas, que vão diminuindo à medida que se desce das costas até a cauda. Essas cristas são feitas de um material cartilaginoso, porém pouco flexível. Nenhum estudo foi feito para saber exatamente a função destas cristas, mas podem ter relação com o nado, ou pode ser também um equivoco, uma vez que iguanas como a iguana-azul também possui essas cristas, mas não são aquáticas. A pele destes animais têm pigmentos escuros que ajudam a proteger contra os efeitos dos raios ultravioleta. Também é útil no aquecimento do corpo. O focinho da iguana é curto e sem corte e isso permite que a mandíbula fique em estreito contato com o substrato quando essas iguanas estão alimentando de algas. Os dentes tricúspides são achatados lateralmente e ficam dispostos nas laterais da mandíbula sem sair dos lábios.
Em terra, a iguana-marinha é um animal bastante desajeitado, e passa a maioria do tempo parado, evitando gastos de energia ao máximo. O sol, é a principal meta dessas iguanas enquanto é tarde. Seus corpos para ficarem esquentados e manter a temperatura devem evitar gastos energéticos. O pé desta iguana, diferentemente dos animais nadadores que tem pele entre os dedos para funcionar como uma espécie de "remo", facilitando o nado, é ausente nestes animais. A locomoção na terra que é feita por essas patas, não são nada eficientes para o nado. O membro utilizado no mar para nadar por esses animais é a cauda. Seus movimentos estrindentes e coordenados, faz delas, ótimas nadadoras, nem parecendo aqueles animais desajeitados vistos na terra.
 A pata, portanto admite outro uso: o de força para agarrar. Quando essas iguanas estão em terra, elas necessitam de patas com grandes unhas e muito fortes para manter-se pregadas às crateras vulcânicas, e além disto, no mar essas patas auxiliam quando esses animais necessitam de um impulso, e também (principalmente) quando elas vão sair da água, e necessitam agarrar-se nas rochas lamentas e porosas.
Como um animal ectotérmico, a iguana marinha pode passar apenas um tempo limitado no mar frio, onde se mergulha para alcançar as algas. No entanto, só nadando nas águas rasas ao redor da ilha são capazes de sobreviver em mergulhos de até meia hora de duração e em profundidades de mais de 15 m. Após estes mergulhos, eles retornam ao seu território para aquecer ao sol. Quando fria, a iguana é incapaz de se mover de forma eficaz, tornando-os vulneráveis à predação, é nesses momentos que estão mais frias que tornam-se mais agressivas, atacam os que passam por perto delas, como modo de defesa já que elas não se movimentam bem antes de estarem aquecidas novamente. Durante a época de reprodução, os machos tornam-se altamente territoriais. Os machos montam grandes grupos de fêmeas para acasalar, e preservam elas contra outros iguanas machos.
Iguanas-marinhas alteram seu tamanho para se adaptar às diferentes condições alimentares. Durante condições de El Niño quando as algas que as iguanas se alimentam é diminuída por um período de dois anos, algumas das iguanas foram encontradas com seu tamanho diminuido de até 20%. Quando as condições de alimentação voltaram ao normal, as iguanas retornam a sua forma normal anterior. Imagina-se que os ossos das iguanas encurtaram e ocorreu uma contração do tecido conjuntivo delas, indicando essa redução do tamanho relativo.
 Elas são ativas durante o dia e passam as primeiras horas após amanhecer debaixo do sol em preparação para a atividade. A grande maioria dos indivíduos em cada colônia alimenta-se quase exclusivamente de algas marinhas nas zonas intercedais durante a maré baixa. Somente os maiores indivíduos, que corresponde a 5% do total mergulham na água para a alimentação, principalmente durante as horas do meio-dia. As águas são extremamente frias, e faz a iguana perder calor rapidamente quando está caçando debaixo da água. Isto obriga elas a voltar para as rochas e aquecer ao sol novamente, ou seja, o tamanho da iguana e a forma que ela mantém ou perde calor determina o seu método de alimentação. Indivíduos pequenos, que perdem calor rapidamente, somente se alimentam em rochas na maré baixa, raspando as algas da superfície e, raramente, mergulham no mar. Os indivíduos maiores, no entanto, não perdem tanto calor e isto faz eles serem ativos debaixo da água por mais tempo. Eles caçam algas na água rasa cerca de dois a cinco metros de profundidade, mas podem mergulhar até 25 metros onde há uma abundância de algas, e sem a concorrência de outras iguanas.        
 Enquanto se alimentam debaixo da água, eles também consomem uma grande quantidade de sal que, em excesso, podem ser tóxico. Eles, portanto, excretam grandes quantias de cristais de sal por uma glândula nasal através de espirros. A atividade diminui entre meio-dia e à noite, e antes do pôr-do-sol, as iguana se retiram para debaixo de fendas ou pedras, onde ficarão em repouso até o início do outro dia.
Esta espécie reproduz a cada ano durante um período de três meses, durante a qual os machos defendem territórios de acasalamento. Esses indivíduos, normalmente, reproduzem a cada dois anos. Cuidadosos para não desperdiçar energia, eles dependem de movimentos, ou reações que não gaste muita energia, preferindo até usar somente a mordida como defesa quando algum invasor está em seus territórios. O mês de acasalamento é de janeiro até abril, dependendo da ilha. As fêmeas colocam entre um e seis ovos até 300 metros para o interior da ilha, na areia ou nos buracos vulcânicos têm profundidade de 30 a 80 cm. Fêmeas geralmente vigiam a toca por vários dias, em seguida, deixa os ovos ao fim da incubação, que leva aproximadamente 95 dias. Quando o filhote nascem, eles já tem características e movimentos parecidos com o de adultos, e não tem proteção paterna.
                               Reprodução:

As fêmeas atingem a maturidade sexual quando têm de 3 a 5 anos de idade. Os machos, quando eles têm cerca de 6 a 8 anos. A época de reprodução começa em dezembro e se estende até março. Durante a época de acasalamento o iguana macho fica com cores muito vibrantes. Em alguns animais essa seria uma forma de atrair as fêmeas, porém os estudos não podem comprovar a correlação entre o grau de cores nos machos e sucesso reprodutivo. Fêmeas têm apenas um companheiro por temporada.
Um macho aborda uma fêmea com a cabeça abaixada. À medida que ele aproxima da fêmea ele começa a subir e descer a cabeça rapidamente. Enquanto ele continua a se aproximar, ele moverá em círculos até mover-se lateralmente em contato com ela, movendo a cabeça ao longo de sua cauda. Então ele coloca sua perna da frente sobre a fêmea, e sobe nas suas costas. A partir dessa posição, ele vai morder a pele do pescoço ou do ombro para se sustentar em cima da fêmea. É comum a fêmea se afastar, em qualquer fase do namoro. Depois de obter uma retenção suficiente sobre a fêmea, o macho vai torcer o rabo, para por as cloacas em contato uma com a outra. A cópula dura cerca de três a quatro minutos.
Cerca de quatro semanas após o acasalamento fêmeas vão deixar a colônia e transitar entre 20 metros a 3 quilômetros para áreas arenosas. Fêmeas competem pelos locais onde vão colocar seus ovos, e a escolha do local normalmente leva entre 2 a 3 dias. Ela logo cava um buraco no qual deposita seus ovos. O processo de cavar na areia pode demorar cerca de metade de um dia. A iguana-marinha pode depositar entre um e seis ovos. Os ovos podem pesar até um quarto do peso da fêmea. A fêmea então guarda o ninho até dezesseis dias. A incubação dos ovos demora entre 89 a 120 dias.
Quando os filhotes saem dos ovos, podem pesar cerca de 50 a 60 gramas. Após a incubação os filhotes tendem a olhar ao redor e então imediatamente começam a correr até achar um local seguro.


O Iguana-marinha está classificada como Vulnerável (VU) na Lista Vermelha da IUCN e listada no apêndice II da CITES. Iguanas-marinhas de Galápagos desenvolveram comportamentos antipredadores para os nativos da ilha, como o falcão-das-galápagos (Buteo galapagoensis), a garça-da-lava (Butorides sandevalli), Socozinho (Butorides striatus), Ardeas (Ardea herodias), Fragata-comum (Fregata minor e Fregata mgnificens), e Coruja-do-nabal (Asio flammeus).
Os investigadores acreditam que nenhum dos predadores nativos confiaram em grande parte em fazer da iguana-marinha parte de sua fonte de alimento, pois existe hipóteses de que a carne de iguanas-marinhas adultas podem ser demasiadamente salgada.
Mas estão ameaçados pela introdução de gatos, cães e ratos. Estes animais selvagens comem iguanas e seus ovos e dizimando populações jovens em muitas colônias, pelo falto de as iguanas-marinhas serem muito dóceis e não costumam deixar uma área quando molestadas.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Prisioneiros.

O Brasil é um dos principais alvos dos traficantes da fauna silvestre devido a sua imensa biodiversidade. A chegada do mês de setembro é marcada pelo início do período de reprodução das aves silvestres, cujo ciclo reprodutivo prossegue até o mês de dezembro. Neste período aumenta-se a preocupação com a caça e a venda de animais silvestres, que são capturados em seu habitat natural, para serem revendidos nos grandes centros. O tráfico de animais silvestres exige muita atenção da Polícia Militar Ambiental, que registra um grande número de apreensões a partir do mês de setembro, já que a ação dos traficantes de animais aumenta nesse período.
A Lei de Crimes Ambientais, criada em fevereiro de 1998, considera os animais, seus ninhos, abrigos e criadouros naturais, propriedade do Estado, considerando que a compra, a venda, a criação ou qualquer outro negócio envolvendo animais silvestres é crime inafiançável. 

A maior parte das pessoas que possuem animais silvestres em casa enfrentam uma série de problemas. Algumas acreditam estar protegendo os animais sem levar em consideração todo o sofrimento e estresse pelo qual o animal passa. Ao perceberem o trabalho e cuidados especiais que estes animais exigem, além da dificuldade em mantê-los, as pessoas acabam doando os animais aos zoológicos. O animal em cativeiro perde a capacidade de caçar seu alimento, de se defender dos predadores ou de se proteger de situações adversas. Se forem libertados, mesmo que em locais propícios, dificilmente sobreviverão.De cada 10 animais traficados, 9 morrem antes de chegar ao seu destino final. Em outras palavras quase 38 milhões de espécimes são arrancados de seus ninhos (aves) e tocas (mamíferos). Desse número, apenas 1% chegará ao destino final. Vocês têm idéia quantos filhotes estão morrendo, diariamente, nas mãos dos contrabandistas? Eles saem do país, pelas fronteiras, escondidos em malas e sacolas, passando nas barbas da polícia, totalmente dopados, anestesiados e provavelmente já mortos por maus tratos!
O Brasil ocupa o 2º. lugar no mundo de espécies de "aves" ameaçadas.As principais causas da diminuição das populações de animais silvestres são : 

  • redução de seus "habitats" devido à destruição da cobertura vegetal primária;
  • crescente ocupação humana;
  • exploração econômica de áreas de florestas, pântanos e cerrado;
  • tráfico de animais silvestres;
  • caça e pesca predatórias e indiscriminadas, sem leis adequadas que regulamentem sua permissão.

 

Endereços para Denúncias: Linha Verde do IBAMA - 0800- 61 8080

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

É ...

O homem é o único que ainda não aprendeu a respeitar, as diferenças.
































Triste !